Babi Dewet

Será que algum Doctor ou Viajante do Tempo pode ler minha mensagem aqui no blog e me levar junto? Há muito tempo venho pensando nisso, colocando mensagens na varanda de casa e fazendo sinais luminosos com o celular…

Leia mais...

…pela janela. Me disseram que adianta, mas não vi resultados ainda. Sei que não seria nada fácil voltar no tempo e mudar algo na minha vida, apesar de ter certeza de que eu sempre fui uma pessoa tranquila e fácil de convencer e não duvidaria de mim mesma vinda do futuro. Acho que eu ficaria feliz, na real, porque hoje posso pintar o cabelo e fazer tatuagens. Mas se eu pudesse, aqui seria onde a coisa toda tomaria um rumo diferente: dia 2 de dezembro de 1997. Eu tinha 10 anos e pensava em três coisas na vida – no Fabinho, garoto totalmente gatinho do meu colégio, nos Hanson e que eu precisava começar a decidir o que iria fazer quando crescesse. Não faço ideia do porque já perguntarem coisas assim quando somos muito novos, mas o fato é que nesse dia tomei uma decisão que tenho certeza que hoje é o motivo de eu não ser um sucesso do American Idol (gosto de pensar assim), ou qualquer programa desse tipo. De fato, eu seria uma celebridade como a Demi Lovato ou Selena Gomez (não tipo a Miley, ainda), se não tivesse desistido da aula de canto (eu não tinha talento), de violão (não consigo decorar acordes) e decidido, de alguma forma, ser paleontóloga. No fim, eu não estudo dinossauros para viver e acabei escrevendo livros sobre pessoas que tem real talento musical (algumas nem precisaram fazer aulas!). Não que esteja reclamando, eu amo o que faço, mas eu seria uma ÓTIMA líder de banda de rock. Só soltando pro Universo essa mensagem. EU ARRASARIA. Enquanto isso, aqui escrevendo livros, eu sei que a vida às vezes nos dá novas chances e é como voltar no tempo, você só tem que avaliar o que precisa fazer para ser melhor e apertar o botão, certo?